Destaques Notícias — 07 outubro 2021
A vitória chegou: Presidente da AMASP e ex-prefeito de Bom Jesus, Roberto Bayma, comemora conquista de 1%+ no FPM A “Carta do Meio do Mundo” fez história

Roberto Bayma

O presidente da Associação dos Municípios do Alto Sertão da Paraíba, o ex-prefeito de Bom Jesus, Roberto Bayma, PP, comemorou a aprovação na quarta-feira 06, por 456 a 3, a Proposta de Emenda à Constituição — PEC 391/17, que eleva em 1%, o repasse aos municípios concernente ao Fundo de Participação dos Municípios (FPM).

Da esquerda para a direita: Hugo (ex de Riacho dos cavalos), Jarbas ( ex de Pedra Lavrada) , Aguinaldo Ribeiro , Bevilágua (ex de Juazeirinho) e Bayma

O ex-senador Deca, assessora e Roberto Bayma

Enquanto gestor municipal e presidente da AMASP e, ativista do movimento municipalista nacional, Roberto, é considerado o mentor do grande movimento, que levou em 2017, centenas de prefeitos de cidades de vários estados, ao protesto realizado na “Praça do Meio Mundo” de onde na época, foi elabora a carta denominada de “A Carta do Meio do Mundo”, defendendo que governo federal promovesse esta correção no FMP.

Da esquerda para direita: Dep federal Hugo Mota, Roberto Bayma e George Coelho presidente da FAMUP

FAMUP repercutiu conquista

Em virtude de sua atuação em prol dessa bandeira, alguns prefeitos enviaram áudio e mensagens de texto, agradecendo ao líder municipalista, sua contribuição nessa luta.

Hudson Brito prefeito de Santana do Seridó/RN destacou a superação do movimento diante da resistência da CNM na época.

Já para o cantor e prefeito de Jardim do Seridó/RN, Amazan, o ex-gestor foi o grande mentor dessa conquista. “Roberto Bayma foi grande líder de nossa luta. Ele idealizou e liderou aquela marcha da “Praça do Meio do Mundo” que se estendeu até Brasília e ecoou em todo Brasil” disse.

Ao falar com nossa equipe, Roberto Bayma, historiou todo o caminho percorrido, as articulações que levaram a concretização dessa conquista, que só agora torna-se realidade.

“O municipalismo é uma rosca sem fim, ou seja, a luta tem que continuar” observou o presidente da AMASP.

Pela regra atual, de 49% da arrecadação do Imposto de Renda (IR) e do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), 22,5 %, ficam com as cidades por meio do FPM. Com a PEC, passam a ser 23,5 pontos percentuais, aumentando o repasse global de 49% para 50% da arrecadação.

Redação com Agência Câmara

Aconteceu tá no Folha

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