Destaques — 02 novembro 2011
Confirmado: Esquadrilha da Fumaça se apresenta nesta quinta em Joca Claudino

A cidade de Joca Claudino no Vale do Rio do Peixe, viverá nesta quinta feira (03) uma grande emoção.

Pela primeira vez, a cidade receberá a visita da Esquadrilha da Fumaça que realizará uma grande apresentação para o encanto da população jocaclaudinense.

O evento é um presente do empresário João Claudino, o qual teve o nome da cidade mudado em homenagem ao seu pai, e desde então tem feitos bons investimentos no município.

Havia uma expectativa em relação ao adiamento da apresentação, em virtude do empresário ter adiado a data de um recebimento de título de cidadão na cidade de Poço Dantas no mesmo dia, mas a prefeita Lucrécia Adriana confirmou a manutenção da data para esta quinta feira.

O horário está marcado para às 16:00h.

 

Saiba mais sobre a Esquadrilha da Fumaça:

Esquadrilha da Fumaça é o nome popular do “Esquadrão de Demonstração Aérea – EDA”, um grupo de pilotos e mecânicos da Força Aérea Brasileira que fazem demonstrações de acrobacias aéreas pelo Brasil e pelo mundo. Sua finalidade de acordo com a EDA é aproximar os meios aeronáuticos civil e militar, contribuir para a maior integração entre a Aeronáutica e as demais Forças Armadas e marcar a presença da FAB em eventos no Brasil e no exterior.

História

A Esquadrilha originou-se pela iniciativa de instrutores de voo da antiga Escola de Aeronáutica, sediada na cidade do Rio de Janeiro. Em suas horas de folga, os pilotos treinavam acrobacias em grupo, com o intuito de incentivar os cadetes a confiarem em suas aptidões e na segurança das aeronaves utilizadas na instrução.

Em 14 de maio de 1952, uma comitiva estrangeira em visita à Escola pôde apreciar a primeira demonstração oficial do grupo. Após algumas apresentações, percebeu-se a necessidade de proporcionar ao público uma melhor visualização das manobras execultadas. Com isso, em 1953, acrescentou-se na aeronave ultilizada a época, o NA T-6, um tanque de óleo exclusivo para a produção de fumaça.

Com o tempo, as aeronaves e as acrobacias mudaram, mas a essência da Esquadrilha mantém preservado o espirito de arrojo e determinação do grupo.

Atualmente, o EDA está sediado na Academia da Força Aérea, na cidade de Pirassununga, Estado de São Paulo.

No dia 28 de novembro de 1961, na cidade de Florianópolis em Santa Catarina. Durante uma solenidade militar , realizada na época do comando do coronel Lara Ribas. dois aviões modelo Texan T-6 se colidiram no ar. O avião pilotado pelo Capitão Durval Pinto Trindade perdeu o leme e caiu no Centro da cidade, O desastre foi nas proximidades do Largo Benjamin Constant. Por essa razão, o local ficou conhecido como Praça do Avião. O outro piloto com a asa daníficada conseguiu fazer um pouso de emergência na Base Militar de Florianópolis.

No dia 1 de maio de 1995, o Capitão Cláudio Gonçalves Gamba, piloto da aeronave número 7 do EDA , morreu após não conseguir se recuperar da manobra Lancevak , na apresentação no município de Rio Negrinho[1]. Após esse acidente a manobra foi retirada do display do EDA por ser muito perigosa , substituída pela Grossura com efeito vísual parecido.

No dia 2 de abril de 2010, o Capitão Anderson Amaro Fernandes, piloto da aeronave número 7 do EDA, morreu ao chocar sua aeronave contra o solo durante a manobra Snap Roll , na apresentação no município de Lages.

 

Aviões utilizados

Aeronaves utilizadas pela Esquadilha da Fumaça:

  • North American T-6 Texan As aeronaves NA T-6, fabricadas sob licença no Brasil durante a 2° Guerra Mundial, tinham uma velocidade de 240 Km/h em voo de cruzeiro, com uma autonomia de 750Km. Operaram na Esquadrilha da Fumaça de 1952 a 1976, realizando um total de 1225 demonstrações. Com sua destivação, em decorrência do alto custo de manutenção, interrompeu-se temporariamente o sonho daqueles dedicados instrutores de voo que, no início da década de 50, criaram a Esquadrilha da Fumaça.
  • T-24 Super Fouga Magister Em 1969, para acompanhar a evolução dos equipamentos ultilizados pelas outras esquadrihas acorbáticas do mundo, que utilizavam aeronaves a reação, a Esquadrilha da Fumaça recebeu os jatos de fabricação francesa Super Foulga Magister, dominados T-24 na FAB. Devido às suas características de baixa autonomia e operação apenas em pistas pavimentadas, as demonstrações com o T-24 ficaram restritas aos grandes centros.

Como os T-24 não satisfazeram os requesitos necessários ao tipo de missão da Esquadrilha da Fumaça foram utilizados até 1972, em paralelo com as NA T-6, realizando somente 46 demonstrações.

  • Neiva T-25 Em 21 de outubro de 1982, a Esquadrilha da Fumaça foi reativada com o nome oficial de “Esquadrão de Demonstração Aérea (EDA)”. Enquanto se aguardava o recebimento do T-27 Tucano, a aeronave T-25 Universal foi ultilizada por um pequeno período, até o final de 1983, realizando 55 demonstrações no total. com ele, reanima-se a velha chama, nunca apagada, da Esquadrilha da Fumaça. O T-25 ainda é ultilizado na formação básica dos futuros oficiais aviadores da FAB.
  • Embraer EMB-312 Tucano O T-27 tucano, aeronave fabricada pela Empresa Brasileira de Aeronáutica (EMBRAER), é altamente manobrável, qualidade essencial ao fim a que se destina.

A primeira demonstração aérea realizada com T-27 ocorreu no dia 8 de dezembro de 1983, nas festividades de formatura dos aspirantes. Desde então, a Esquadrilha da Fumaça, com as aeronaves Tucano, tem empolgado multidões de todos os cantos do país e do exterior.

A partir de 2002, as aeronaves passaram a exibir as cores da Bandeira Nacional. Já foram realizadas mais de 2000 demonstrações com essa aeronave.

 

Algumas Manobras

Split

Cruzamento Duplo

Panqueca

Looping em leque

Coração

Break

Looping com desfolhado

Looping coincidente com cruzamento lento

Split

Bomba

Bolota

Espelhão

Barril com 6 aeronaves com meio looping

DNA com duas voltas

Snap Roll

Grossura

Bolota invertida (Maxima performace em vôo invertido)

Tonneau simultâneo reverso

Oito cubano

Estol de badalo

 

Missão

Contribuir para a difusão da imagem da Força Aérea Brasileira junto aos públicos interno e externo.

 

Visão de futuro

Ser capaz de exercer toda a sua potencialidade como órgão de comunicação social, com o intuito de ampliar a notoriedade da Força Aérea Brasileira no cenário nacional e inter-nacional.

 

Valores

Segurança de vôo

Lealdade

Comprometimento com a missão

Espírito de corpo

Cortesia e atenção no trato com o público

Conduta moral irrepreensível em todas as circunstâncias

Preservação da história e da cultura organizacional

Disciplina e respeito à hierarquia

 

Atribuições do EDA

• Estimular e desenvolver as vocações e a mentalidade aeronáuticas;

• Valorizar a Força Aérea Brasileira (FAB) e o sentimento de nacionalismo;

• Expressar a afirmação e o profissionalismo de todos os componentes da FAB;

• Demonstrar o alto grau de treinamento e a capacidade dos pilotos brasileiros;

• Comprovar a qualidade dos produtos da indústria aeronáutica brasileira;

• Contribuir para uma maior integração entre a FAB e as demais Forças Singulares;

• Estimular o entrosamento entre os segmentos civil e militar ligados à atividade aeronáutica;

• Representar a FAB no exterior como instrumento diplomático;

• Difundir a Política de Comunicação Social do COMAER;

• Participar do processo de integração nacional, marcando a presença da FAB nos eventos realizados em todo o País. (Wikipédia)

 

Folhadovale.com

Aconteceu tá na Folha!

 

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