Colunistas Lenilson Oliveira — 03 dezembro 2011
Lenilson Oliveira – Combate efetivo à violência

As cidades sertanejas, de médios e pequenos portes, de Cajazeiras a Santa Helena, de Sousa a São Francisco, de Patos a São Bento, passando por Catolé do Rocha, Itaporanga e Pombal, estão testemunhando uma onda de violência até pouco tempo inimaginável para um povo até então pacato, com assassinatos por motivos banais, latrocínios, vinganças, execuções sumárias, crimes de pistolagem contra apenados ou ex-apenados, assaltos à mão armada, explosões de caixas eletrônicos, etc.

No rastro dos maiores centros da Paraíba, João Pessoa e Campina Grande, onde a banalização da vida (ou da morte) já faz parte da rotina dos noticiários policiais das emissoras de rádio e televisão, as populações das cidades de menor porte também já começam a ficar assustadas. Quase que diariamente, ou alternadamente, principalmente nas cidades médias, no esqueleto da BR-230, como polarizadoras que são, ou seja, Patos, Sousa e Cajazeiras, esta última até (felizmente) com menos intensidade, se tem notícia de um crime de morte, das mais diversas naturezas.

A despeito das ações judiciais, policiais e de segurança pública como um todo no tocante a prevenção, combate e punição, assassinatos continuam sendo cometidos nas nossas cidades, como se a vida das pessoas não tivessem valor nenhum, não bastassem as incontáveis mortes no trânsito, nas ruas e nas rodovias, outra violência que assusta a todos, já registradas diariamente.

Há que a nossa sociedade civil organizada, autoridades constituídas e população em geral começarem a repensar os valores familiares, sociais e educacionais, tripé que move qualquer povo desde sempre, de forma a melhor orientar principalmente a juventude, a nossa maior vítima do flagelo das drogas, sobretudo do famigerado “crack”, seja no consumo ou no envolvimento com o tráfico, que não perdoam e terminam por matar, de um jeito ou de outro.

A preocupação generalizada com a violência já é um bom sinal de conscientização de que a reação a esse estado de coisas precisa ser imediato: ou a gente encontra meios de combate efetivo à violência, ou ela passa a reinar impune e imune a qualquer força que a contrarie e será tarde demais para todos.

(*) Editor da Revista Destaque e do destaquepb

 

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